O dia em que traí o movimento.

21:18

São Paulo, 14 de Julho de 2014, um dia típico na maior cidade da América latina, poluição de um lado, carros de outros, xingamentos de todos os lados nas ruas, e uma voz em minha mente: "O que é que você fez...?"
A cidade de Town... err, São Paulo
Aos que não conhecem a terra da garoa (que de tempos em tempos parece com "terra dos dilúvios"), ela te acolhe com um vento frio, te convidando a não sair de casa, mas hoje estava decidido, eu tinha que sair, tinha que ver o que a cidade tinha a me oferecer hoje, logo, me encontrava em uma estação de metrô, e um nome aparecia cada vez mais forte: SÃO BENTO.
"Saia por sua conta (bancária) em risco", diz a placa
Ao sair da estação, fui em direção ao paraíso dos aparelhos eletrônicos dessa cidade, a rua Santa Ifigênia, onde a minha epopeia realmente começou. Aos que já foram em uma feira, tem uma pequena noção do que é andar pelo centro de São Paulo, não se compara ao nossos vizinhos paraguaios (onde a história de como eu e alguns amigos fomos "assaltados" por um mexicano surgiu, talvez sendo contada aqui uma outra hora...), mas é um excelente exercício de reflexologia.
"Conserto de fonte de notebook, é para lá"
Fui ao centro com um propósito, comprar um HD interno para meu Playstation 3, e para tal, não iria medir esforços, afinal, após anos de trabalho pesado,de diversão entregue, e troféus, ele merecia alguma gratificação. O tempo foi passando e eu ainda à procura do sonho distante de um HD barato, até que, em um momento de total desolação, entrei em um box escondido, dentro de uma galeria comum, e perguntei sobre o dito cujo que fez eu ir até lá, o vendedor disse que não tinha, mas que, tinha um aparelho que tinha chegado alguns dias antes, um 3DS.

"O dito cujo... em peças e pixels"
Aos que me conhecem, sabem que sou "sonysta", (tenho desde um PSX antigo e amarelo, até um PSVita), mas aquele aparelho, pequeno, fechado, chamou minha atenção, ao perguntar o preço, o vendedor falou um valor próximo ao do HD que tinham me oferecido. Naquele momento, tal qual o ninja Jiraya, não perdoei e tirei a carteira e falei: "Pode passar...", com uma confiança de uma compra muito bem feita.

"Uma imagem vale mais que mil palavras..."
Após tudo que se passou nesse típico de um nerd paulistano, chego em casa e me deparo com todos os meus videogames, todos ali, parados, olhando-me como se eu fosse o maior genocida da história.

"... and aliens..."

Espero que a Paz de Kaz, esteja com vocês...

"Kaz Hirai, ao descobrir o meu 3DS..."

~ Touru

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