Transcendence

19:09


Olá pessoas! Chii aqui depois de algum tempinho sem dar as caras (cuidando de outros assunto do blog, tipo a nossa incrível fanpage no facebook!), mas aqui de volta para dar à vocês aquela resenha maneira sobre um filme que digamos assim...deu uma flopada, já que mal vemos o coitado em cartaz nos cinemas aqui do brasel.

Este post contém spoilers!


Eu posso afirmar que este é mais um daqueles filmes futuristas que me deixam bitolada (eu ainda tô muito bitolada depois de assistir esse filme), onde apresentam a ideia de ficção tão ligada à nossa realidade atual, que pensamos: "por que não?" 


Transcendence, conta a a história do renomado Dr. Will Caster, e de sua esposa, Evelyn Caster, ambos especialistas na área de Inteligência Artificial.
Logo no início do filme, ataques terroristas ocorrem (centros de pesquisas explodem, pesquisadores morrem etc), prejudicando o avanço de TODAS as pesquisas sobre Inteligência Artificial na América do Norte, MENOS as do escritório do Dr. Caster (hahahahaha tá). Enfim, ele não escapa ileso, durante um dos ataques toma um tiro, que depois descobre-se que a bala estava contaminada e ele está condenado a morrer por envenenamento radioativo em apenas algumas semanas.
Qual é a brilhante ideia de sua esposa? "Bem, já que conseguimos anteriormente fazer o upload da consciência de um macaco para um computador, porque não fazemos isso com um humano?" Batata. Não precisa nem dizer que deu certo né? Isso sem antes provocar uma certa inimizade com outro pesquisador amigo do casal (eu não lembro o nome dele, paciência...só que ele tinha um sotaque esquisito. É um loiro). Então Evelyn Caster ajuda a consciência de Will à se conectar à internet, onde ele consegue se expandir e evoluir com uma velocidade impressionante.
Ela leva as tralhas dela pra uma cidadezinha no meio do deserto e constrói um mega centro de pesquisas onde a consciência de Will pode se desenvolver sem medo dos ataques do grupo de terroristas.

Aí você pergunta: "O que os terroristas queriam afinal?"
Eles lutavam contra a ideia de uma máquina reproduzir sentimentos humanos aos quais ela nunca experienciou.

 
Enfim, filme vai, filme vem, a consciência de Will se mostrou algo extraordinário, evoluía para suprir às necessidades dos humanos, conseguia curar pessoas, torná-las imortais e digamos assim...invencíveis, isso além de reconstruir ecossistemas!

Até aí uma maravilha, certo? Pros rebeldes e pro governo não. Aparentemente esse pessoal era contra a ideia de uma nova geração de pessoas meio humanas/meio máquinas, já que essas pessoas seriam submetidas ao controle total por uma consciência artificial.
E foi aí que Evelyn também ficou revoltada da vida porque o Will virtual estava tentando se fazer presente na vida dela de todo jeito(mas não tava rolando porque ele já tinha morrido...digo o corpo dele morreu), e resolveu ajudar os rebeldes a instalarem um vírus nela, trair a confiança do Dr. Caster, e fazer a consciência dele se auto destruir (tipo, ele fez o upload do vírus nele mesmo, porque a esposa dele deu rage quit na ideia original).
O que aconteceu na verdade, foi a destruição da internet mundial, já que esta se tornou parte da consciência de Will.

E foi isso aí. No final deu a entender que o moço (o loiro), que tinha desistido das pesquisas no começo do filme (e que se aliou aos rebeldes durante a trama), encontrou a última fonte de Inteligência Artificial deixada pelo Dr. Caster, e ia sei lá, tentar recriar aquilo de uma forma melhor?


Opinião da Chii:

Eu gostei bastante do filme. Como já disse no início, fiquei bem bitolada com a ideia de usarmos um dia a Inteligência Artificial à favor da humanidade, digo, nas proporções apresentadas no filme. A consciência do Will não queria fazer mal pra ninguém na realidade, foram as próprias pessoas que criaram àquela ideia de que duas coisas não podem se unir...Enfim, o filme inteiro ficava àquele pensamento na minha cabeça:
"Porque não estamos investindo nisso?!"


~Chii
Ainda vou ter meu persocom...

You Might Also Like

0 comentários