Meu Kindle e The Geek Feminist Revolution

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Há alguns meses atrás (logo após eu finalizar The Legend Of Zelda: Spirit Tracks), resolvi fazer o feirão do desapego nos meus eletrônicos, e vender tudo aquilo que eu não utilizava mais (netbook, tablet, DS, etc.). O objetivo inicial era apenas juntar dinheiro e guardar, afinal eu tinha feito uma promessa comigo mesma de que assim que eu conseguisse um emprego novo, iria comprar o meu tão desejado Kindle, da Amazon.
O problema foi que mês passou e passou, e o emprego não veio 😅, então como sou ansiosa pra caralho, acabei pegando todo o dinheiro das coisas que eu havia vendido e comprei o Kindle, que para minha surpresa, na semana seguinte, ficou mais barato (tá louco, viu Amazon!). 😑

Eu comprei o Kindle diretamente no site da Amazon, porque uma amiga querida (e ex-colaboradora aqui do Oh My Feels), disse que a Amazon tem um atendimento mega prestativo no caso de dar algum defeito no aparelho; Então eu, que na maioria das vezes me lasco quando quero muito uma coisa, juntei as mãos, orei e comprei o Kindle Paperwhite. Com frete grátis, o Kindle chegou na semana seguinte, e eu fiquei desfilando com ele pela casa, pra todo mundo ver 😭, porque ele é simplesmente maravilhoso e super leve!

Antigamente eu era dessas que não queria ver e-book nem pintado de ouro (sabe como é, pegar o livro de papel na mão, sentir o peso, o cheirinho das páginas...ai ai 💜), porém eu sou amante de livros com muitas e muitas páginas, então carregar A Batalha do Apocalipse na bolsa, não estava sendo uma das coisas mais confortáveis do mundo. Sem contar que agora com o Kindle, eu posso me enfiar embaixo das cobertas e ler sem nenhum empecilho.


O primeiro livro digital que eu me arrisquei a ler, foi The Geek Feminist Revolution, de Kameron Hurley. O livro em si é uma coleção de textos, que falam sobre as dificuldades de ser uma escritora de ficção científica, em um universo machista e majoritariamente dominado pelo homem branco; Fala também sobre como representatividade e inclusão são importantes, tanto nas histórias, quanto no meio.
O livro não possui tradução para o português, mas quem quiser lê-lo, é só clicar no nome do livro aqui no post, que eu deixei um link direto para você comprá-lo no site da Amazon. 😊

Sei que eu não falei muito sobre o livro, mas é porque realmente não há muito o que se falar. Acho um livro legal para quem se aventura a escrever sobre ficção científica, porque faz você refletir bastante sobre como é o meio. A Kameron Hurley é uma mulher que não tem medo de falar o que vem à cabeça dela, então ela é bem ácida e afiada em alguns momentos. Ela mesma diz que não tem medo de trolls e backlash, porque é algo com que ela já aprendeu a lidar desde quando começou a publicar seus contos e textos na internet.

The Geek Feminist Revolution foi o primeiro livro que eu consegui completar esse ano (😭😭😭 que vergonha, gente); E só pra finalizar esse papo do Kindle, eu tive a impressão que a leitura flui muito mais fácil no Kindle, do que em um livro de papel. Utilizando o Kindle eu senti que consegui ler muito mais páginas antes de pegar no sono, do que lendo um livro de papel. Assim eu espero finalizar muito mais do que um livro apenas por ano. Ler é uma coisa que me dá bastante prazer, mas a preguiça acaba me vencendo na maioria das vezes, e depois eu fico me culpando por não ter lido bastante hahah. Se vocês tivessem uma noção do tanto de livros que eu tenho aqui em casa, que eu nem comecei a ler...

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